domingo, 28 de novembro de 2010
O diário de Anne Frank / Contos do esconderijo de Anne Frank
Foi um achado dos bons! ah muito já ouvia falar de " O diário de Anne Frank" quando cheguei na Saraiva pra procurá lo acabei achando um "vira vira" que são duas obras de Anne Frank: "Diário de Anne Frank" e "Contos do Esconderijo". No final das contas, tinha 2 livros em 1 nas minhas mãos por um preço bem pequeno!
Primeiramente, para quem se interessa deixo aqui brevemente um pouco da história de Anne Frank...
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Anne Frank foi uma entre o total de 1 milhão de crianças judias assassinadas durante o Holocausto. Seu nome completo era Annelies Marie Frank, nascida a 12 de junho de 1929 em Frankfurt, Alemanha, filha de Otto e Edith Frank.
Nos primeiros cinco anos de vida Anne morou com seus pais, e sua irmã mais velha Margot, em um apartamento localizado nos arredores de Frankfurt. Depois que os nazistas subiram ao poder, em 1933, seu pai fugiu para Amsterdã, na Holanda, onde tinha alguns contatos profissionais. O restante da família seguiu Otto (pai de Anne), sendo Anne a última a chegar lá, depois de haver permanecido por um breve período com seus avôs.
Os alemães ocuparam Amsterdã em maio de 1940. Em julho de 1942, as autoridades alemãs e seus colaboradores holandeses começaram a concentrar judeus de todo o território holandês em um campo de trânsito próximo à cidade holandesa de Assen, de onde os deportaram para os campos de extermínio na Polônia, então ocupada pelos alemães.
Durante a primeira semana de julho, Anne e sua família esconderam-se em um apartamento, aonde posteriormente outros quatro judeus holandeses vieram a ficar. Por dois anos viveram no sótão de um prédio que ficava atrás do escritório da família, ao qual Anne se referia em seu diário como o “Anexo Secreto”. Os amigos de Otto Frank, haviam preparado o esconderijo e passaram a contrabandear alimentos e roupas para a família escondida, mesmo correndo sérios riscos. Em 4 de agosto de 1944, a Gestapo, Polícia Secreta alemã, descobriu o esconderijo após receber uma denúncia anônima. No mesmo dia, o oficial da Gestapo sargento Karl Silberbauer e dois colaboradores da polícia holandesa prenderam a família Frank. Um mês depois,as autoridades policiais colocaram a família, e todos os que com ela estavam no esconderijo, em um trem de carga que iam para um conjunto de campos de concentração na Polônia ocupada pela Alemanha. Devido à sua juventude e capacidade de serviço Anne e sua irmã Margot foram transferidas para o campo de concentração de Bergen-Belsen no norte da Alemanha, para trabalharem como escravas.
Ambas morreram de tifo em março de 1945, poucas semanas antes das tropas inglesas liberarem Bergen-Belsen, no dia 15 de abril de 1945.
Durante o tempo em que ficou escondida, Anne manteve um diário no qual registrava seus medos, esperanças e experiências. Miep Gies, uma das pessoas que havia ajudado a família a esconder-se, encontrou o diário depois que Anne foi presa e o guardou para entregar posteriormente, mas Anne nunca retornou, pois havia sido assassinada pela brutalidade nazista contra os judeus. O livro foi publicado em diversas línguas após o fim da guerra, e ainda é usado em milhares de escolas européias e norte-americanas. Anne Frank tornou-se o símbolo da perda do potencial de todas as crianças que morreram no Holocausto.
- O livro-
"Diário de Anne Frank"Este livro é uma edição que traz na íntegra o diário de Anne Frank, com todos os trechos que seu pai cortou para a publicação de 1947, já tão conhecida e lida. É comovente descobrir que mesmo no contexto tenebroso do nazismo e guerra, ela viveu problemas e conflitos de uma adolescente de qualquer lugar e tempo. Anne Frank registrou admiravelmente a catástofre que foi a Segunda Guerra Mundial. Seu diário está entre os documentos mais duradouros produzidos neste século, mas é também uma narrativa tenra e incomparável, que revela a força indestrutível do espírito humano.
"Contos do Esconderijo"
Anne Frank gostava de conversar como todas as meninas de sua idade, mas foi forçada a falar apenas em sussurros durante os dois anos em que viveu escondida dos nazistas. No entanto, a sua voz interior, em seus escritos, ergueu-se em um canto vibrante de apego à vida. Ela escreveu sobre ursos, gamos e meninas solidárias - sobre o primeiro beijo, o amor de seu pai, o medo de uma traição e de ser descoberta. Acima de tudo, seus textos revelam um invencível amor à vida. Esse dom, captado com perfeição em sua prosa emocionante, é revelado agora nesta coleção completa de fábulas, contos, ensaios e uma novela inacabada.
