segunda-feira, 12 de abril de 2010

Ficadica ;]


Comprei alguns livros semana passada, pois meu tempo e minha prateleira estavam implorando por livros novos. Então dei uma revirada em uma sebo e na Americanas como de costume, e comprei uns 4 novos títulos.
Imediatamente comecei a ler um deles: O clube do Filme –Um pai. Um filho. Três filmes por semana. De David Gilmour.
Não, não, o autor não é o músico, o músico famoso é o inglês vocalista do Pink Floyd. Esse escritor é Canadense.

David Gilmour, crítico de cinema desempregado e com dinheiro contado, vivia uma fase complicada. Além disso, o filho de 15 anos colecionava reprovações em todas as disciplinas. Diante da falta de rumo daquele estudante perdido e desesperado, uma proposta paternal radical: o garoto poderia sair da escola e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel desde que assistisse toda semana três filmes escolhidos pelo pai, e com o pai. Assim surgiu o clube do filme.
Semana a semana , pai e filho viam e discutiam o melhor ( e, ocasionalmente o pior) do cinema: de “A doce vida” a “Instinto Selvagem”, de “ Os reis do iê iê iê” a “O iluminado”, de “O poderoso Chefão” a “Amores Expressos”. Em um momento em que um pai geralmente encontra fechadas as portas para um universo interior de um filho adolescente, essas atores inesquecíveis, ao narrar, com olho clínico e irresistível sinceridade, essa extraordinária vivência. Seu relato emociona por mostrar, lado a lado, a descoberta da vida adulta sensações os mantinham em constante diálogo – sobre mulheres, música, dor de cotovelo, trabalho, drogas, amor, amizade. E á medida que “ o clube do caminha para desfecho agridoce, porém inevitável, o rapaz toma uma decisão que surpreende até o pai.

Este é um livro que mexe com nossas opiniões e idéias sobre vínculos familiares, bem ou mal resolvidos, ao mesmo tempo que encanta com o fascínio do cinema e o poder do afeto. David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma visão singular de filmes, roteiros, diretores e pelos olhos de um jovem e os dilemas de adolescência administrados por um pai muito presente.
Nas palavras do autor: “ É um exemplo do que o cinema é capaz, de como os filmes podem vencer suas defesas e realmente atingir seu coração.”